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Casino Billionaire na revista Viagem e Turismo

O CasinoBillionaire.net contribuiu em uma ótima matéria sobre Las Vegas que foi publicada na revista Viagem e Turismo no mês de março/2009. O excelente trabalho de Rosana Zakabi passa uma idéia do que Las Vegas oferece bem como a infinidade de atrações e planos de passeios que podem ser feitos.
Vale a pena comprar a revista e conferir a matéria completa com fotos.

Segue abaixo o texto da matéria:


Depois de tomar uns drinques num bar do Wynn, um dos maiores hotéis do mundo, decido dar uma volta pela Strip antes de retornar ao Luxor, onde estou hospedada. As ruas estão lotadas como se fosse uma noite de sábado. E são 3 da madrugada de uma quarta-feira.

A quantidade de luzes - no letreiro dos cassinos, no topo dos resorts, nos jardins, nas fontes, nos carros - me faz sentir como se estivesse num mundo de conto de fadas. Já vi de perto a iluminação de Tóquio, de Piccadilly Circus, em Londres, da Times Square, em Nova York, mas nada se compara a Las Vegas, uma cidade bem no meio do deserto.

O ex-chefe dos cassinos Frank "Lefty" Rosenthal, que se tornou uma das figuras mais conhecidas de Vegas na década de 1970, disse, pouco antes de morrer (no ano passado), que o lugar havia se transformado numa espécie de Disneylândia para adultos. É quase isso. A Vegas de hoje é muito diferente da retratada no filme Cassino, de Martin Scorsese, que conta a história de Rosenthal numa época em que a jogatina era dominada pelos gângsteres ligados à máfia americana. Ok, os cassinos continuam ali, mas hoje a cidade está bem mais para capital das ilusões e do entretenimento do que estava três décadas atrás.

Cada resort é uma atração, com suas fontes dançantes, seus leões em jaulas de vidro e suas estátuas que falam e se movem. Numa única noite, dá pra escolher entre sete espetáculos do Cirque du Soleil, o show de mágicas de David Copperfi eld, a apresentação de Cher e as performances do trio Blue Man Group nos mais de 20 hotéis da região. Outro grande atrativo de Vegas é o custo/benefício. O destino é um dos mais baratos dos Estados Unidos. Um pacote de quatro noites custa 1 191 dólares, 40% menos que o de Orlando e 30% mais em conta que o de Nova York. Para se ter uma ideia, minha diária no Luxor, numa acomodação maior que meu apartamento de dois dormitórios em São Paulo, com duas camas king-size e banheiro enorme, é de 110 dólares. O quarto do hotel que reservei em Nova York, meu próximo destino - minúsculo e sem janelas -, custa 250 dólares por dia.

Minha incursão pela Strip continua madrugada afora. Três garotas animadas passam do meu lado e entram numa limusine. Atrás delas vem um grupo de rapazes com copos gigantes de bebida na mão. "Você está com eles?", pergunta o mensageiro de um dos cassinos. Digo que não. "Quer se juntar a nós? A noite é uma festa!", fala uma das meninas. Sabe aquela frase: "O que acontece em Vegas fica em Vegas"? Dá para notar que ela é levada a sério. O apelido Sin City (Cidade do Pecado) não poderia ser mais apropriado.

1. A NOITE
À primeira vista, a Tao (The Venetian, 1-702/388-8588, taolasvegas.com; US$ 30) parece uma danceteria como outra qualquer. Ambiente bem decorado, gente bonita, música pop... "O que isso tem de Sin City? As de Nova York, ou mesmo as de São Paulo, são muito mais animadas", penso. Dou uma volta, pego uma cerveja e, de repente, surgem mulheres lindas de lingerie rendada e salto alto circulando pelo bar. Passo por um corredor e deparo com duas delas simulando uma transa em cima de uma cama - e um monte de gente ao redor, olhando. No salão principal, uma garota com uma microcalcinha dança dentro de uma gaiola montada num palco e outra se insinua em cima de uma cama. Minha opinião sobre a noite de Las Vegas muda naquele momento. Aos poucos, começo a perceber que a cidade inteira exala sensualidade - e sexo -, seja nos bares, nas casas de shows, dentro dos resorts... A partir das 22 horas, dançarinas quase sem roupa fazem performances lascivas em um palco improvisado numa das entradas do Flamingo. É um prenúncio do que você vai ver no espetáculo X Burlesque (1-702/733-3333; US$ 62), na casa de shows do hotel. Do outro lado da rua, no Caesars Palace, garotas de parar o trânsito rebolam dentro de gaiolas montadas no cassino Pussycat Dolls, em frente à danceteria Pure (1-702/731-7873, purethenightclub.com; US$ 30), uma das mais bacanas de Vegas. A pedida: ir ao terraço gigante, cheio de tendas, com vista para a Strip. Para quem prefere um clima mais, digamos, intimista, a dica é o bar Ivan Kanes Forty Deuce (Mandalay Bay, 1-702/632-9442, fortydeuce.com; US$ 20). O lugar tem capacidade para no máximo 275 pessoas (por isso, é bom chegar cedo) e, a partir da 0h30, há um show com dançarinas que sobem e descem numa barra de ferro no palco, no meio do salão. Para terminar bem a noite - ou começar o dia -, ainda dá para entrar no cassino e ir às mesas de apostas. É sério: tem muita gente que faz isso.

2. O JOGO
Provavelmente tudo o que você ouviu falar de Las Vegas é verdade. Sim, há cassinos por todos os lados, e a maioria fica nos resorts. Parece outro planeta, lotado de caça-níqueis, roletas, mesas de carteado, garçonetes de lingerie circulando entre os jogadores, o plin-plin-plin das moedas caindo... O Flamingo, a primeira casa de jogos construída em Vegas (em 1946, pelo gângster Benjamin Siegel, o Bugsy), ainda existe, mas deixou de lado o glamour dos anos 50 e 60, quando Frank Sinatra e Dean Martin costumavam transformar a cidade em QG de suas festas de arromba. Foi nessa época, aliás, que surgiu o apelido Sin City, com o boom dos cassinos e os primeiros shows de mulheres seminuas. A década de 70 ficou marcada pela "limpeza" feita pelo governo do estado de Nevada, que expulsou a máfia da região, dando ao lugar um ar menos "fora-da-lei", e pelo surgimento dos grandes complexos que reuniam num mesmo espaço gigantescos salões de aposta, quartos de hotel e restaurantes. A cara de Vegas começou a mudar novamente em 1989, quando o magnata Steve Wynn inaugurou o resort Mirage e, com ele, a era das luzes de néon.

Minha meta nos cassinos: experimentar todos - ou quase todos - os jogos mais conhecidos. Começo pelos caça-níqueis. Aposto uma vez. Perco. Aposto outra. Perco de novo. Começo a achar aquilo muito chato e resolvo dar uma volta. Parto, então, para a roleta. Escolho a banca mais vazia por não saber jogar direito - aliás, se esse é o seu caso, não se preocupe: o dealer, o cara da mesa, ensina como fazer apostas e dá uma cartilha com as instruções de cada jogo. Só paro de perder dinheiro quando começo a imitar os companheiros de mesa que, em vez de depositar todas as fichas numa única casa, apostam na maior quantidade de números possível. E saio dali com 140 dólares. Fico empolgada e vou para o black jack. No primeiro dia, faturo 100 dólares. No dia seguinte, minha sorte vira: perco 30 dólares em menos de cinco minutos.

A mesa de dados é a mais divertida de todas. Ao redor dela, há vários turistas alucinados gritando: "Go, sugar! Yeah, babe!" Não, não é para mim, e sim para os dados, que rolam de um lado para o outro. Saio no lucro: depois de duas horas de apostas, faturo 200 dólares. Vou para o bacará, o preferido de James Bond. As salas são reservadas, e há todo aquele encanto que a gente vê nos filmes do 007. Ganho as duas primeiras rodadas e perco a segunda. Tudo isso em menos de dois minutos. Acho melhor parar. No pôquer... Devo dizer que não sou craque em carteado. Começo a praticar nas máquinas espalhadas pelo cassino. E perco. Tento, então, uma versão simplificada, o Three Card Poker, em que o participante joga contra o dealer. Também perco e desisto. O balanço final é bom. Gasto 125 dólares, ganho 465 e o saldo é de 340 dólares. Dá até para fazer umas comprinhas antes de voltar ao Brasil...

3. A COMIDA
Quer um motivo a mais para passar as férias em Vegas? Os restaurantes. De uns tempos para cá, o lugar tornou-se um dos grandes polos gastronômicos dos Estados Unidos. Tanto é que o Michelin lançou em 2008 um guia sobre a cidade, que inclui o Joël Robuchon (MGM Grand, 1-702/891-7925, mgmgrand.com; 17h30/22h; Cc: A, M, V), um dos 68 três-estrelas em todo o mundo. Há dezenas de restaurantes badalados - e caros - em Vegas, mas também dá para comer bem gastando pouco. Minha dica é o Noodles (Bellagio, 1-702/693-7111, bellagio.com; 11h/2h; Cc: A, D, M, V). Além da boa localização (bem no meio da Strip), há pratos apetitosos da cozinha asiática, com macarrão, arroz, frango, shoyu, carne de porco e camarões, por menos de 30 dólares. Os sanduíches do Wichcraft (MGM Grand, 1-702/891-7777, mgmgrand.com; 10h/18h; Cc: A, D, M, V) podem substituir uma refeição. Por 9 dólares, dá para apreciar especialidades da casa, entre elas o sanduíche de atum com ervas e azeitonas pretas na baguete.

4. AS COMPRAS
Que tal renovar o guarda-roupa com o dinheiro ganho na jogatina ou levar para casa algo que só existe em Vegas? Em algumas lojas, os preços chegam a ser 20% mais em conta do que em Nova York ou Orlando. A Gamblers General Store (800 South Main Street, 702-382-9903, gamblersgeneralstore.com) existe desde 1962 e tem tudo o que é preciso para montar uma sala de jogos em casa, de fichas de pôquer a roletas. As lojas mais bacanas de Nova York estão no Fashion Show (3 200 Las Vegas Boulevard South e Spring Mountain Road, 702-784-7000), entre elas a Macys e a Saks Fifth Avenue. Se tiver tempo, vale a pena ir até o Las Vegas Premium Outlets (875 South Grand Central Parkway, 702-474-7500), um pouco mais afastado da Strip. Ali é possível conseguir descontos de até 65% em marcas como Nike, Calvin Klein, Diesel e DKNY. Quase todos os resorts também têm seu shopping center. Você sai do cassino e, com o dinheiro ganho na jogatina, vai direto às compras.

5. OS PASSEIOS
Perdeu uma bolada? Não se desespere. É melhor partir para um programa diferente e, quem sabe, recuperar o dinheiro perdido à noite, quando voltar à mesa de jogo. O Stratosphere (2000 Las Vegas Boulevard South, 1-702/380-7777, stratospherehotel.com; US$ 13) tem três brinquedos radicais 100 andares acima do chão - dá para escolher entre ficar num simulador de queda livre e girar a 64 quilômetros por hora. Gosta de carros? A pedida é a Las Vegas Motor Speedway Racing School (Speedway Boulevard, saída 54, lasvegasracingschool.com; US$ 159). Ali você dirige um carro da Fórmula Nascar ou da Fórmula Indy. Para conhecer o deserto, tem o passeio de um dia (vegas.com/tours; US$ 209) na parte oeste do Grand Canyon.

6. OS RESORTS
Cassinos? Que nada. O orgulho de Vegas são os resorts, as grandes atrações turísticas da cidade - a maioria das salas de jogos e dos grandes espetáculos fica dentro deles. Além disso, dá para dormir bem pagando pouco. Os quartos são enormes e confortáveis, a preços bem mais baixos que os de outros destinos turísticos do mundo.


A música e a cidade


A música e a cidade Vegas é parada obrigatória dos grandes nomes do rock e da música pop, de Elton John e Madonna a Foo Fighters e The Killers. O palco do Hard Rock Hotel (4455 Paradise Road, 1-702/693-5000, hardrockhotel.com) tornou-se uma espécie de solo sagrado da música, e quem toca ali é cool. Nem sempre foi assim. Na década de 1970, quem fazia shows na Sin City era considerado decadente e brega. Isso aconteceu depois que Elvis Presley passou a se apresentar na cidade, a partir de 1969. O retorno de Elvis aos palcos, na verdade, foi triunfal, mas os críticos caíram em cima dizendo que suas inúmeras performances eram previsíveis e pouco criativas - daí a má fama. Essa imagem só mudou nos anos 80, quando Vegas passou a receber artistas consagrados e suas turnês.


Por trás do pano verde


Os jogos mais legais e como você pode até ganhar uma grana
Fator sote*: baixo

PÔQUER
Há vários macetes, entre eles analisar o padrão de comportamento dos adversários e blefar em cima do cara que só dá mini-raise (ou seja, que aposta baixo em cada mão). Mas a única garantia de se sair bem é ler tudo o que existe sobre o assunto e praticando muito, inclusive na internet

Fator sorte*: médio
DADOS
A estratégia: treinar para arremessar os dados com alta precisão. Uma das técnicas consiste em posicioná-los de acordo com o número que se quer tirar. O método é explicado no livro Golden Dice Control Revolution, de Dominic LoRiggio, conhecido como "Dominator", o mais famoso no assunto (em inglês)

Fator sorte*: médio
BLACK JACK
Você joga contra o dealer . Uma das táticas é prestar atenção na carta que ele vira na mesa. Se ela for menor que 7, as chances de ele chegar a 21 são menores. Assim, suas chances de ganhar aumentam. Dá até para dobrar a aposta

Fator sorte*: alto
CAÇA-NÍQUEIS
A única maneira de prever em que momento a máquina vai pagar o prêmio seria conseguindo uma cópia do sofware utilizado nos caça-níqueis. Mas nem é bom tentar: um grupo de hackers fez isso certa vez e quase foi preso

Fator sorte*: alto
ROLETA
É quase impossível ganhar sem depender da sorte. Só um gênio da física conseguiria adivinhar onde a bolinha vai parar, calculando de cabeça sua velocidade e sua trajetória na roleta


* O QUANTO VOCÊ DEPENDE DA SORTE PARA GANHAR NO JOGO

FONTES: JULIANO MAESANO, EDITOR DA REVISTA FLOP; JONATHAN SMITH, DEALER DO CASSINO BALLYS; ALEXANDRE FREITAS, DIRETOR DO SITE CASINOBILLIONAIRE.NET



Loucos pela banca


Tem gente que viaja só para fazer apostas. E se diverte (muito) com isso
Para alguns turistas, a jogatina é apenas mais uma atração entre tantas outras de Las Vegas. Para outros, ela é o principal motivo da viagem. Tem muita gente que vai à cidade exclusivamente para jogar - e a maioria para participar dos grandes torneios de pôquer. O mais importante é o World Series of Poker, que acontece entre maio e julho. "Os brasileiros vão em grupos de oito, dez pessoas, se encontram em Vegas e formam torcidas organizadas para incentivar quem consegue chegar à final", diz o paulista Juliano Maesano, de 33 anos, editor-chefe da revista Flop, especializada no assunto. Em 2008, o advogado paranaense Alexandre Gomes, de 26 anos, venceu uma etapa do torneio e faturou 770 000 dólares e um bracelete de ouro. Foi o primeiro brasileiro a conquistar um campeonato internacional desse porte. Depois disso, não parou mais de rodar o mundo para jogar. "Faço, em média, uma viagem por mês", diz ele, que já visitou mais de dez países como "profissional do pôquer", entre eles Inglaterra, Espanha e México.

O destino mais procurado pelos aficionados do carteado é Las Vegas, seguido de Punta del Este, no Uruguai. A viagem costuma durar uma semana, e os gastos com os torneios ficam entre 4 000 e 5 000 dólares - valor que pode ser revertido se houver vitória na mesa. "Uma vez, em Vegas, ganhei 2 500 dólares num campeonato que custou 100. Então, saí no lucro", diz o advogado curitibano Alphonse Voigt, de 35 anos, que, além de Vegas, já viajou para Punta del Este, Assunção, no Paraguai, Buenos Aires e Puerto Iguazu, na Argentina. "Só jogo a lazer e aproveito a viagem para ir aos shoppings e aos shows, à noite", conta ele.

Há um grupo seleto de turistas que também viaja só para jogar, mas aposta alto - muito alto. São os chamados high rollers (algo como "grandes jogadores", em português), que são capazes de deixar 100 000, 200 000 dólares na mesa numa única noite. Seu jogo preferido é o bacará, mas eles também têm uma queda pela roleta e pelo black jack. E os cassinos fazem de tudo para agradá-los, desde jantares, limusines à disposição, suítes luxuosas de graça, até jatinho para buscálos em casa. É uma maneira de garantir que esses turistas vão voltar - e gastar fortunas se esbaldando na jogatina.



Os Resorts



( Reserve hotéis em Las Vegas na central de reservas online do Casino Billionaire

MIRAGE
(3400 Las Vegas Boulevard South, 1-702/791-7111, diárias desde US$ 99). Motivo de orgulho Jardins bem-cuidados, palmeiras e cascatas artificiais dentro e fora do hotel e um vulcão artificial em erupção. O show Love, do Cirque du Soleil (2ª 19h e 21h30, 5ª/dom 19h e 21h30; de US$ 93,50 a US$ 150).

THE VENETIAN
(3355 Las Vegas Boulevard South, 1-702/414-1000, diárias desde US$ 149). Motivo de orgulho Afrescos no teto e canais artificiais (imitando os de Veneza) dentro e fora do resort. Dá para fazer o passeio de gôndola pelos canais (US$ 16). O show Blue Man Group (19h e 22h; desde US$ 71,50).

THE WYNN
(3131 Las Vegas Boulevard South, 1-702/770-7100, diárias desde US$ 229). Motivo de orgulho Os ambientes mais luxuosos da Strip - o empreendimento custou 2,7 bilhões de dólares. O show Le Rêve, do Cirque Du Soleil (2ª e 5ª/dom 19h e 21h30; de US$ 99 a US$ 179).

BELLAGIO
(3600 Las Vegas Boulevard South, 1-702/693-7111, diárias desde US$ 149). Motivo de orgulho As Fontes de Bellagio. São 1 200 jatos dágua que se movimentam como numa coreografia de dança. O show O , do Cirque du Soleil (4ª/dom 19h30 e 22h30; de US$ 93,50 a US$ 150).

PARIS
(3655 Las Vegas Boulevard South, 1-702/946-7000, diárias desde US$ 140). Motivo de orgulho Reproduções do Arco do Triunfo, da Torre Eiffel e dos cafés parisienses. O show Anthony Cools, hipnotizador (2ª/3ª 21h, 5ª/dom 21h; US$ 53 e US$ 75).

NEW YORK-NEW YORK HOTEL & CASINO
(3790 Las Vegas Boulevard South, 1-866/815-4365, diárias desde US$ 95). Motivo de orgulho Réplicas de arranha-céus e da Estátua da Liberdade. O show Zumanity, do Cirque du Soleil (3ª/4ª 19h30 e 22h30, 6ª/dom 19h30 e 22h30; desde US$ 69).

LUXOR
(3900 Las Vegas Boulevard South, 1-702/262-4444, diárias desde US$ 70). Motivo de orgulho A réplica da Grande Pirâmide de Giza - você se hospeda nela. O show Criss Angel: Believe, do Cirque du Soleil (3ª/sáb 19h e 21h30; de US$ 59 a US$ 160).

MGM GRAND
(3799 Las Vegas Boulevard South, 1-702/891-7777, diárias desde US$ 99). Motivo de orgulho Estátuas de leões por todos os lados e o Habitat dos Leões, uma caixa de vidro gigante com dois leões de verdade. O show KÀ, do Cirque du Soleil (3ª/sáb 19h e 21h30; de US$ 69 a US$ 150); David Copperfield (dias 5 a 18, 10h30 e 22h; US$ 99,25).


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